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CULINÁRIA – Sabia que a pescada é um dos peixes mais consumidos aqui no Brasil?

Não é novidade pra ninguém que uma dieta equilibrada deve incluir porções semanais de pescados. O ideal, segundo a American Heart Association, é consumir esse tipo de alimento pelo menos duas vezes por semana, em especial os peixes de água fria (como salmão, truta e bacalhau), que estão associados à redução da incidência de doenças cardiovasculares.

Os pescados provenientes do mar também têm maior quantidade de sódio e de iodo, este último considerado importante para o bom funcionamento da glândula tireoide. É por isso que as pessoas com problema de hipertensão arterial devem escolher, preferencialmente, os peixes de água doce, como truta, pacu ou pintado.

De carne branca, sabor delicado e poucas espinhas (sendo por isso bastante apreciada por crianças também), a pescada é um dos peixes mais consumidos no Brasil. Costuma ser vendida em filés e pode ser preparada de diversas formas: frita, empanada ou grelhada. Fica uma delícia também assada e recheada como camarões, como se fosse um rolê, num refrescante ceviche ou então em uma deliciosa moqueca. Aproveite para conferir aqui uma receita com molho de maracujá e castanhas do Pará, uma combinação tão boa que até rima!

Você encontra a pescada branca (ou pescadinha, como também é chamada) e diversos outros tipos de peixe e frutos do mar, sempre bem fresquinhos, à venda nas melhores peixarias do Centro de SP.

CULINÁRIA – Ele é conhecido como a “picanha do mar” e fica uma delícia grelhado

Também chamado de espadarte, o meca é um peixe de água salgada encontrado em oceanos tropicais e temperados que pode atingir até 4,5 metros e ultrapassar os 500 quilos.

Sua carne é de textura macia e consistente e bastante saborosa, sendo por isso comparada à picanha bovina que normalmente é consumida grelhada (assim como o meca – veja aqui uma receita bem fácil e que fica uma delícia).

Você também pode assar o meca no forno, fazer um ensopado com pirão ou uma moqueca ou ainda usá-lo no preparo de sashimis e teriyakis.

DICA DE SAÚDE – Nutritivos, os peixes costumam ser menos calóricos que as demais carnes

Além de serem excelentes fontes de proteínas, os peixes são ricos em minerais como cálcio, fósforo, iodo e cobalto e em vitaminas A, D e B. 

Isso sem falar, claro, na presença de ômega 3, uma espécie de gordura do bem, que traz diversos benefícios para a saúde, entre eles o bom funcionamento do coração. Daí o fato de muitos nutricionistas recomendarem o consumo de peixes ao menos duas vezes por semana.

Nutritivos e saborosos, os peixes costumam ser menos calóricos que as demais carnes e digeridos com mais facilidade.

Em geral, peixes de água salgada – como cação, linguado, namorado, pescada, robalo, salmão e sardinha – têm maior quantidade de ômega 3 que os de água doce (dourado, pacu, pintado, truta, por exemplo), que por sua vez costumam ser mais leves e fáceis de digerir.

Podem ser preparados de diversas formas – ensopados, cozidos, assados, fritos ou empanados -, mas é comum que os peixes de carne firme (por não se desmancharem facilmente) sejam mais indicados para serem cozidos ou ensopados, enquanto os de carne mais macia são ideais para assar ou fritar.

Abrotea, cambeva, lambari, mandi, meca, namorado, parati e piranha estão entre os melhores peixes para se consumir nesta época do ano – e nas peixarias do Mercadão você encontra esses e muitos outros tipos. Vale conferir. Boas compras!!!

DATA COMEMORATIVA – Sabia que 2 de maio é o dia mundial do atum?

De carne avermelhada e sabor delicado, o atum é um peixe amplamente consumido ao redor do mundo, seja cru (em tartar, carpaccio, sushi e sashimi), grelhado ou assado, seja na versão enlatada.

E não é para menos: assim como outros pescados, o atum é alimento muito nutritivo, sendo excelente fonte de proteínas, minerais como ferro, potássio, fósforo e magnésio, ômega-3 e vitamina B12 e A.

Ainda que não haja uma quantidade recomendada, estima-se que o ideal seja consumir, por refeição, 100 gramas de atum natural ou no máximo 3 colheres (sopa) do enlatado – isso porque o atum em lata tem mais sódio e conservantes do que a versão fresca.

Criado em 2016, durante a Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) realizada em Nova York, o Dia Mundial do Atum é celebrado anualmente em 2 de maio e tem por objetivo sensibilizar a comunidade internacional para a importância de conservar e proteger essa espécie tão importante para várias economias nacionais e para a alimentação humana. 



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