×

Receba nossas novidades

Mostrando: Páscoa

DATA COMEMORATIVA – Sem cacau, nem mesmo a Páscoa seria igual…

Qual é a primeira coisa que vem à mente quando ouvimos falar em cacau? Chocolate, é claro! E não é só por causa da proximidade da Páscoa que costumamos fazer essa associação. Afinal, desde que se iniciou a produção comercial do cacau no Brasil – atualmente o sexto maior produtor mundial -, o cacaueiro foi cultivado para dele se aproveitar apenas as sementes, matéria-prima da indústria de chocolates e derivados como biscoitos e sorvetes.

Mas ainda que praticamente quase toda a produção nacional de cacau seja destinada para atender à crescente demanda do setor chocolateiro, o fruto também tem outros excelentes destinos. Sua polpa, por exemplo, tem sido cada vez mais utilizada na fabricação de sucos, geleias e destilados. 

Fibroso e rico em açúcares e pectina, o suco de cacau possui sabor exótico e assemelha-se ao de outras frutas tropicais, como cupuaçu e graviola. Já a casca do cacau, que antigamente era descartada, tem servido para alimentar animais, seja na versão “in natura”, seja na forma de farinha, e pode ainda ser utilizada na produção de biogás e biofertilizante. Além disso, o cacau também é bastante usado pela área cosmética para produzir cremes e batons hidratantes.

Onde tudo começou – Árvore originária de regiões de florestas pluviais da chamada América Tropical, o cacaueiro é encontrado até hoje, em seu estado silvestre, desde o Peru até o México. Na verdade, quando os primeiros colonizadores espanhóis chegaram à América, o cacau já era cultivado pelas civilizações astecas e maias e usado na preparação de bebidas. Foi inclusive nessa forma – de bebida – que em meados do século 17 o cacau chegou à Europa, onde depois seria misturado a leite e açúcar e daria origem ao chocolate. Mas voltando às origens do cacau, na época suas sementes eram tão valiosas que, além de serem usadas como moeda, também estavam presentes em rituais sagrados.

Na literatura botânica, o cacau apareceu pela primeira vez nos escritos de Charles de L’Écluse (1526-1609), que o classificou como Cacao fructus. Mais tarde, em 1737, outro botânico – o sueco Carolus Linneu (1707-1778) – usou a expressão Theobroma fructus, que significa “alimento dos deuses”. Porém, em 1753, o próprio Linneu reclassificou o cacau como Theobroma cacao, nome científico adotado até hoje.

No Brasil, onde o dia do cacau é celebrado em 26 de março, seu cultivo começou oficialmente em 1679, quando os colonizadores foram autorizados a plantá-lo em suas terras. Atualmente a Bahia envolve metade dos 50 mil produtores de cacau em atividade no país, mas o principal município produtor se localiza a quilômetros dali, em Medicilândia, no Pará.

GASTRONOMIA – Bacalhau na Páscoa: você sabe por que essa tradição?

O que é tão ou mais representativo na Páscoa aqui no Brasil que os ovos de chocolate? Acertou quem respondeu “bacalhau”.

Saboroso, de fácil digestão e rico em minerais, vitaminas, ômega 3 e ômega 6, o bacalhau é um dos alimentos mais procurados nessa época, inclusive por quem visita o Mercadão, que é conhecido por vender bacalhau o ano todo – dizem até que é também o lugar onde mais se negocia bacalhau por metro quadrado no mundo! 

Mas você sabe qual a origem dessa tradição? Herança de nossos colonizadores portugueses, o bacalhau só foi de fato incorporado aos hábitos alimentares dos brasileiros a partir de 1808, com a vinda da Família Real para cá. 

Na ocasião, mesmo sendo importado, era um produto relativamente barato e, por isso, bastante consumido inclusive entre as famílias de menor poder aquisitivo, em especial às sextas-feiras e nos dias considerados santos pela Igreja Católica. Mas a partir da Segunda Guerra Mundial, com a escassez de alimentos na Europa, o preço do bacalhau subiu muito, restringindo, assim, o consumo desse peixe às ceias das principais festas cristãs, ou seja, o Natal e a Páscoa.

Hoje em dia, no entanto, é possível encontrar à venda diversos tipos de bacalhau, alimento que cada vez mais está presente no cardápio do nosso dia a dia, seja desfiado, em saladas ou como recheio de deliciosos bolinhos e pasteis, seja em postas, como principal ingrediente de pratos mais requintados.

De qualquer forma, a tradição de se comer bacalhau na Sexta-feira Santa ainda persiste entre boa parte das famílias brasileiras, em especial as que têm descendência portuguesa ou são católicas. Há também que opte por preparar o prato no próprio domingo de Páscoa.

Se você também está pensando em preparar uma deliciosa bacalhoada, confira aqui várias sugestões de receita e não deixe de fazer suas compras nos empórios do Centro de SP. Em lugares como a Zona Cerealista e o Mercadão, você ainda encontra tudo o que precisa, desde azeites e azeitonas a diversos tipos e nacionalidades de vinho, bebida que em geral harmoniza muito bem com o bacalhau. Alguns empórios também comercializam kits promocionais com ingredientes selecionados para celebrar a data.

Boas compras e ótima Páscoa!!!





Sobre

Compras, passeios, receitas e notícias. Tudo para manter você ligado no que acontece No Centro de SP

Oferecimento

logo-vertical

Receba nossas novidades