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GASTRONOMIA – Vai um bolinho de bacalhau aí? Hummm… tudo de bom!!! 😋

Você sabia que o que conhecemos hoje como bolinho de bacalhau também já foi chamado, em Portugal, de “bacalhau em bolinhos” e até mesmo de “pastelinho de bacalhau”? 

Segundo relatos de estudiosos da arte culinária lusitana, a iguaria teria sido referenciada pela primeira vez como “bacalhau feito em bolinhos” em 1841, na obra A Arte do Cozinheiro e do Copeiro, de Visconde de Vilarinho de São Romão. Alguns anos mais tarde, em 1860, apareceu com o nome de “bacalhau em bolinhos” no Formulário para Cozinha e Copa, assinado por Hum Curioso da Província do Minho (pseudônimo de João Borges Pacheco Pereira da Rocha Pimentel). 

Depois, em 1876, em Arte na Cozinha, João da Mata teria se referido a duas versões dos tais bolinhos, uma delas com o nome de “pastelinhos de bacalhau”. E em 1904, sob o nome “bacalhau em bolos enfolados”, Carlos Bento da Maia (pseudônimo do oficial do Exército Carlos Bandeira de Melo) publicaria em seu Tratado de Cozinha e de Copa uma receita que serviria de base para as variações de bolinho de bacalhau que existem até hoje.

Um dos lugares do Centro de SP onde você pode saborear deliciosos bolinhos de bacalhau é o bar Mortadela Brasil, que fica no mezanino do nosso querido Mercadão. 

Você também pode aproveitar a visita para comprar nos empórios locais, como é o caso do Bacalhau & Cia – o que precisa para fazer essa maravilha em casa. Clique aqui para ver a lista de ingredientes e o modo de preparo de uma dessas receitas que fazem bastante sucesso.

CULINÁRIA – Molhos de pimenta: dos mais suaves aos mais fortes, variedade não falta!

Dos mais suaves aos mais picantes, os molhos de pimenta ajudam a dar uma incrementada no sabor de diversos pratos, de antepastos e saladas a carnes, massas, lanches e até mesmo algumas sobremesas.

Além das pimentas, é claro, os ingredientes mais usados na produção desses molhos são azeite de oliva, vinagre branco, cebola, alho, tomate, água, sal e açúcar. Especiarias como canela, louro, cravo e noz-moscada também podem estar presentes para conferir um toque especial à composição. 

Um dos molhos mais populares em todo o mundo é, sem dúvida, o Tabasco, que é produzido desde 1868 e até hoje mantém o mesmo processo de produção: as pimentas são colhidas a mão, misturadas com sal da Ilha de Avery, para em seguida permanecer por 3 anos envelhecendo em barris de carvalho.

Mas existem centenas de outros molhos de pimenta bastante (e até mais) apreciados por quem não abre mão desse condimento. E o melhor: você encontra vários deles (nacionais e importados) à venda nos melhores empórios do Mercadão e da Zona Cerealista.

Para os que curtem molhos bem fortes, com maior picância, os que são preparados com as pimentas Bhut Jolokia, Trinidad Scorpion e Carolina Reaper são os mais indicados. Já quem prefere molhos mais suaves pode se interessar pelas versões com adição de chocolate, amêndoas, mel, laranja, maracujá ou morango, por exemplo.

Isso sem falar, claro, na possibilidade de você comprar as pimentas e os demais ingredientes para preparar seu próprio molho de pimenta. Confira uma sugestão de receita caseira aqui.


DATA COMEMORATIVA – 🥐 Apesar do nome francês, croissant tem origem ligada à invasão turca

Em francês, “croissant” significa crescente, uma referência ao seu formato, que lembra uma lua em quarto crescente. Os especialistas dizem que um bom croissant deve ter uma crosta crocante, com as pontas descoladas do meio, e uma bela cor dourada. Já o miolo deve ser mais claro e aerado, como o da foto.

Uma curiosidade sobre essa iguaria é que, apesar do nome francês, sua origem está relacionada com a invasão turca na Europa, na região da atual Áustria e Hungria.

Segundo o Guia dos Curiosos, existem duas histórias para a criação do “kipfel”, que é considerado o “pai” do croissant: uma delas diz que ele foi inventado em Budapeste (Hungria) em 1686 e a outra sugere que tenha sido em Viena em 1683. “De acordo com a última, a Imperatriz Eleonore, esposa de Leopoldo I, encomendou o pãozinho para comemorar a derrota dos turcos – e por isso ele até hoje possui aquele formato de lua crescente, símbolo turco.”

Quase um século depois, o “kipfel” teria sido levado para Paris por Maria Antonieta, filha da Imperatriz da Áustria e futura esposa de Luís XVI. E foi na capital francesa que o tal pãozinho – que originalmente tinha massa mais densa – teve sua receita aperfeiçoada, tornando-se mais leve e folhado e sendo rebatizado de croissant. 

Se você também é fã dessa delícia, que tal aproveitar que 30 de janeiro é o dia mundial do croissant para fazer uma fornada de croissant em casa? Clique aqui e confira a lista de ingredientes e o modo de preparo de uma deliciosa receita.



CULINÁRIA – Baunilha confere sabor e aroma a preparações doces e salgadas

Certamente um dos ingredientes mais encantadores da gastronomia em todo o mundo, a baunilha tem o poder de conferir sabor e aroma únicos a diversos tipos de comida. 

Claro que é mais empregada no preparo de sorvetes, caldas e sobremesas diversas, mas também tem sido cada vez mais usada por chefs de cozinha do mundo todo para dar um toque especial também em pratos salgados e mais elaborados, como para molhos para acompanhar peixes, carnes rosadas e aves.

Mas você sabe de onde vem essa especiaria? A baunilha é uma orquídea pertencente à família das Orchidaeceae. A palavra baunilha deriva de vainilla, que significa “pequena fava”, e foi o nome que os astecas deram à planta da qual ela é extraída.

Mas foi só depois de ter sido descoberta no México pelos espanhóis que a baunilha se espalhou para a Europa e para outros lugares do mundo, sendo que hoje o maior produtor de baunilha é a Ilha de Madagascar, que fica no Oceano Índico. Aqui no Brasil, várias espécies também crescem no litoral e em regiões de Mata Atlântica.

Nos empórios do Mercadão e da Zona Cerealista de São Paulo você encontra à venda baunilha em fava (natural) ou então nas versões extrato (um concentrado elaborado apenas com as sementes do fruto) ou pasta (que contém o fruto esmagado). Lembrando que existem ainda aromatizantes (essências) artificiais de baunilha, que são obtidos em laboratório, a partir de álcool coniferílico, uma substância presente na madeira dos pinheiros.

DATA COMEMORATIVA – Sabia que existe o dia internacional da comida picante?! 🌶️🔥😋

16 de janeiro é um dia especial para os amantes de sabores intensos e marcantes: é o dia internacional da comida picante!

A data surgiu como forma de homenagear as culinárias que utilizam o picante como elemento central de sabor e expressão cultural de países do mundo todo, especialmente os que mais utilizam pimentas e especiarias em suas preparações gastronômicas.

Países como México, Índia, Tailândia, Coreia do Sul, Etiópia, Sri Lanka, China, Malásia, Jamaica e Nigéria são famosos pela comida picante, usando pimentas e temperos variados para dar sabor e intensidade a pratos como curries, sopas e carnes. 

Aqui no Brasil a comida picante aparece de forma mais regionalizada, em especial nos estados do Norte e Nordeste do país, além de molhos, conservas e temperos artesanais que acompanham pratos do dia a dia.

Para quem não dispensa sabor e picância, a dica é conferir a lista da Band de 16 receitas quentes. Bom apetite!!! 🌶️🔥😋








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