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DICA DE SAÚDE – Invista em alimentos fazem bem para a sua pele

Você certamente já ouviu dizer que, para ter uma pele bonita e saudável, além de investir em uma boa rotina de cuidados, é preciso garantir uma boa hidratação e também cuidar da alimentação. 

Afinal, existem alimentos ricos em vitaminas e outras substâncias capazes de combater inflamações, prevenir o envelhecimento precoce e promover a renovação da pele do nosso rosto e corpo. Veja alguns deles:

Abacate
Possui antioxidantes e vitaminas A, C, E, K e do complexo B, ajudando, assim, a repor os nutrientes da pele, tornando-a mais jovem e bonita.

Castanhas
Previnem o envelhecimento ou enrijecimento dos tecidos, contribuindo para a elasticidade natural do rosto.

Cenoura
Além de ser rica em betacaroteno, que ajuda a garantir uma pele mais bronzeada, é excelente fonte de vitamina A, que auxilia a combater manchas e a prevenir o excesso de oleosidade na pele.

Linhaça
Ajuda a deixar a pele mais hidratada e suave e pode também melhorar o quadro de quem tem psoríase ou eczema.

Iogurte
Rico em probióticos, auxilia no equilíbrio do organismo ajudando a promover a beleza da pele. Também é capaz de atenuar olheiras.

Manga
Rica em vitamina A, que combate o envelhecimento precoce da pele, ajudando a evitar o surgimentos de rugas e linhas de expressão.

Romã
Tem efeito anti-inflamatório e antibacteriano que ajuda na prevenção de cravos e espinhas. Também possui vitamina A, que tem função antioxidante.


📷 Imagem gerada por IA.

#SABIAQUE – Abacate está entre os alimentos que podem ajudar a combater a depressão

Causada por uma combinação de fatores genéticos, biológicos, ambientais e psicológicos, a depressão é um transtorno comum (afeta mais de 300 milhões de pessoas no mundo todo), mas considerado sério, porque interfere na capacidade de trabalhar, dormir, estudar, comer e aproveitar a vida.

Embora a alimentação por si só não seja suficiente para combater a depressão, certamente é um fator que merece atenção pois pode, sim, ajudar a melhorar os sintomas do transtorno.

Afinal, a serotonina – neurotransmissor que atua no cérebro promovendo sensação de bem-estar e ajudando a regular nosso humor – é produzida a partir de um aminoácido chamado triptofano, que é obtido por meio de alimentos como carnes magras e peixes, mel, oleaginosas (castanhas, nozes e avelãs) e frutas como abacate, banana, mamão, melancia, limão e tangerina.

Separamos a seguir alguns conteúdos sobre como a alimentação pode ajudar no combate à depressão. Mas lembre-se: assim como acontece com outras doenças, o tratamento deve ser aconselhado por um médico que pode, inclusive, indicar terapia e medicamentos adequados a cada caso.

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#SABIAQUE – Comer cogumelo 2 vezes por semana pode ajudar na memória

Não é de hoje que o cogumelo é conhecido por suas propriedades terapêuticas. Desde a Antiguidade, essa planta sem raiz nem clorofila tem seu consumo associado a benefícios como “afinar” o sangue”, reduzir infecções e até agir como afrodisíaco. 

Recentemente, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura encontrou indícios de que comer cogumelos ao menos duas vezes por semana pode ajudar a prevenir problemas de memória e fala em pessoas com mais de 60 anos.

Segundo a BBC, para chegar a essa conclusão, durante seis anos (entre 2011 e 2017), eles acompanharam a alimentação e o estilo de vida de 663 chineses com mais de 60 anos e constataram que, quanto mais cogumelos as pessoas comiam, melhor era o desempenho delas em testes de raciocínio e processamento.

Além de serem boas fontes de vitamina D, selênio e espermidina, substâncias que também protegem neurônios, os cogumelos contêm 21 aminoácidos essenciais ao nosso organismo. Outra curiosidade sobre esse poderoso alimento é que a proteína encontrada no cogumelo, quando comparada à da carne bovina, é quase duas vezes maior.

Com relação à variedade, entre os tipos de cogumelos comestíveis mais disponíveis no mercado – e que você encontra nos melhores empórios do Centro de SP – estão o shitake e o shimeji, popularizados pela culinária japonesa, o funghi secchi e o champignon.

DICA DE SAÚDE – Veja quais alimentos ajudam a combater inflamações

Quando o nosso organismo é alvo de uma infecção causada por fatores externos – como bactérias, vírus ou parasitas -, o sistema imunológico desencadeia um processo inflamatório que tem como objetivo destruir os agentes agressores.

Em geral, esses processos – que podem estar atrelados com vários sintomas, como dor, vermelhidão e sensação de calor – são combatidos com remédios anti-inflamatórios que devem sempre ser prescritos por um médico.

Mas existem também alguns alimentos com propriedades que podem ajudar a combater os radicais livres e as toxinas que causam quadros de inflamação no nosso organismo. Veja a seguir uma listinha deles:

– Abacate
– Alho e cebola
– Azeite extravirgem
– Brócolis
– Chocolate meio amargo
– Ervas e especiarias como açafrão, alecrim e canela
– Frutas cítricas como laranja e limão
– Gengibre
– Óleo de coco
– Ovos
– Peixes de água fria como salmão, atum e sardinha
– Tomate

Para ler mais a respeito, clique nos links abaixo:

Boa Forma: 10 alimentos anti-inflamatórios que você deve ter sempre à mão

Globo Repórter: Pesquisa revela os 40 alimentos com maior poder anti-inflamatório

Melhor com Saúde: 10 alimentos anti-inflamatórios que você deve incluir na dieta

CULINÁRIA – Quem foi que disse que sal é tudo igual? Conheça os tipos mais comuns 🧂

Não é por acaso que o sal é um dos principais condimentos empregados na culinária mundial. Além de conferir sabor a diversos tipos de preparação – inclusive algumas doces – e ajudar a equilibrar o amargor e a acidez dos alimentos, o sal é muito usado para conservar carnes e regular a fermentação de pães, por exemplo.

Confira a seguir os tipos de sal mais comuns, a maioria deles à venda nos empórios do Centro de SP:

Sal de cozinha: é o tradicional sal de mesa, que ao ser refinado perde boa quantidade de minerais e, por isso, depois é acrescido de iodo, afim de evitar bócio, doença que provoca o crescimento da glândula tireoide.

Sal light: de sabor um pouco mais amargo, esse sal tem menos sódio que o sal branco refinado, sendo normalmente indicado para pessoas hipertensas. No entanto, por ser acrescido de potássio, deve ser evitado por quem apresenta problemas renais.

Sal grosso: por não passar pelo processo de refinamento, o sal grosso preserva as propriedades dos alimentos, evitando seu ressecamento. É indicado principalmente para temperar carnes assadas ou que vão à churrasqueira. Há, inclusive, opções de sal grosso saborizado com alho, alecrim, especiarias etc.

Sal marinho: obtido a partir da evaporação da água do mar, esse tipo de sal também não é refinado e, por isso, conserva muitos minerais presentes naturalmente no grão, sendo considerado uma alternativa mais saudável que o tradicional sal de mesa. Quando diluído em água mineral, é comercializado como sal líquido.

Flor de sal: conhecida como “caviar dos sais marinhos”, é uma das mais delicadas versões de sal, sendo capaz de realçar o sabor dos alimentos sem fazer com que eles percam sua característica original. É atualmente produzida em diversos locais, mas o mais famoso é o da região de Guérande, na França. 

Sal defumado: como o próprio nome sugere, é obtido a partir de um processo de defumação que confere um sabor diferenciado a vegetais cozidos, pães, sopas, tortas e coquetéis como o Blood Mary. Pode ser também usado para temperar carnes, aves e peixes.

Há ainda outras variedades de sal, algumas importadas, como o negro (um sal não refinado proveniente da Índia), o rosa do Himalaia (considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos), o rosa do Peru (que possui menos sódio que os demais e normalmente é empregado no preparo de ceviches), o havaiano (um sal não refinado, de coloração avermelhada) e o sal kosher (grão cristalino muito usado na culinária judaica).

Também são cada vez mais comuns misturas de sal a outros ingredientes. É o caso do gersal (sal refinado com sementes de gergelim tostadas e amassadas) e o sal de aipo (sal refinado com grãos de aipo secos e moídos).

Seja qual for sua escolha, procure consumir o sal com moderação. No caso do sal de cozinha, a dose máxima recomendada pelo Ministério da Saúde, para pessoas consideradas saudáveis, é de 5 gramas por dia. Na dúvida, consulte seu médico ou nutricionista.

HORTIFRUTI – Agrião é considerado o vegetal com maior densidade de nutrientes

Originário do Sudeste Asiático e usado há muito tempo na Europa, o agrião é conhecido por apresentar baixo valor calórico – cada 100 gramas tem cerca de 28 calorias – e oferecer diversas vitaminas, sais mineiras e fibras que garantem o bom funcionamento do organismo. 

Mas o que muita gente ainda não sabe é que, segundo um teste realizado nos Estados Unidos em 2014, o agrião é o vegetal que contém maior densidade de nutrientes entre 47 frutas, verduras e legumes.

No estudo coordenado pela doutora Jennifer Di Noia, da William Patterson University, os alimentos foram classificados por seu conteúdo de potássio, fibras, proteínas, cálcio, ferro, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico, zinco e vitaminas A, B6, B12, C, D, E e K. O agrião alcançou a pontuação máxima (100), seguido pela couve chinesa (91,99), pela acelga (89,27), pela beterraba (87,08) e pelo espinafre (86,43). Clique aqui para ver a tabela classificatória completa, em inglês.

Normalmente vendido fresco, em maços, o agrião deve ser preferencialmente consumido cru, em saladas ou sucos, para que os nutrientes mantenham-se intactos e possam trazer mais benefícios ao organismo.

Uma dica: como o sabor picante do agrião harmoniza bem com os sabores cítricos, experimente usar um molho levemente cítrico nas saladas verdes com agrião ou então misture-o com fatias de laranja. Você também pode usar as folhas e os talos do agrião para preparar sopas, panquecas, sanduíches, molhos e purês.


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