DATA COMEMORATIVA – 20 de janeiro é dia do queijo! 🧀 Hummm… 😋
De protagonista do cardápio, sendo servido como entrada ou petisco, a ingrediente de diversas receitas (de pratos salgados a sobremesas), o queijo é um alimento bastante versátil e apreciado no mundo todo. Tanto é que tem uma data só dele: 20 de janeiro.
Sabe-se que o queijo é um dos alimentos mais antigos da humanidade, mas não se sabe ao certo quando foi criado. Acredita-se que a produção do queijo tenha começado junto com a criação de animais, por volta de 8 mil anos antes de Cristo.
E apesar da origem desconhecida, supõe-se que o queijo surgiu do leite abandonado ao ar, que fermentou e coagulou naturalmente. Outra hipótese bastante propagada é a de que o queijo teria surgido em “sacos de couro”, possivelmente de bezerros, (naquela época não existiam recipientes de plásticos ou metais), onde o leite era guardado e transportado pelos mercadores. Daí, acidentalmente, ocorreu a coagulação do leite devido às enzimas presentes no couro.
De lá para cá, muita coisa mudou, claro, especialmente depois da descoberta da pasteurização, em 1857. Estima-se que existam mais de 2.200 variedades de queijo atualmente – só na França (que tem a reputação mundial do país do queijo) seriam mais de 400 tipos. Aqui no Brasil, segundo o último Censo Agropecuário realizado pelo IBGE, existem 175 mil produtores de queijo, sendo 140 mil agricultores familiares, que juntos produzem 220 toneladas do alimento por ano.
Nos empórios e lojas de laticínios do Centro de SP – como é o caso dos Queijos Roni, que fica no Mercadão -, você encontra à venda os melhores queijos nacionais (alguns premiados mundialmente, inclusive) e também diversas opções de queijos importados. Venha conferir!
ARTE/FOTOGRAFIA – Passeio pelo Centro de SP sempre rende belíssimos registros 📷
Quem gosta de fotografar e conhece o Centro de São Paulo sabe que a região rende rende ótimos cliques. É o caso, por exemplo, do Mercado Municipal Paulistano, mais conhecido como Mercadão, que fica na Rua da Cantareira, 306.
Além da beleza arquitetônica do prédio projetado pelo escritório do arquiteto Francisco Ramos de Azevedo em 1926 e inaugurado oficialmente em 1933, merecem atenção os charmosos vitrais do artista russo Conrado Sorgenicht Filho, famoso pelo trabalho realizado na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras.
Os painéis podem ser melhor fotografados da varanda gastronômica (mezanino), que possui vista para o interior do edifício. Neles estão retratadas cenas e paisagens do período anterior à mecanização do campo, como o trabalho manual nos processos de cultivo e colheita e a tração animal para o arado e para o transporte.
O Mercadão também é uma perdição para os fotógrafos “gourmet”, como são chamados os profissionais ou amantes da fotografia que curtem registrar em imagens alimentos e preparações culinárias. São quase 300 boxes reunindo produtos do mundo todo numa mescla de cores e formatos que, captados pelas lentes das câmeras, aguçam ainda mais a vontade de saborear as delícias gastronômicas do local.
Em comemoração ao Dia Nacional da Fotografia – que se celebra nesta quinta-feira, dia 08 de janeiro -, fica aqui a sugestão para você fazer um passeio pelo Centro de SP e eternizar, em fotos, sua impressão não só sobre o Mercadão mas também de toda a região, que reúne diversos pontos turísticos interessantes. Confira aqui alguns deles.
DATA COMEMORATIVA – Doar sangue é um ato de amor. Se puder, doe você também!
Você sabia que uma única doação é capaz de beneficiar até quatro pacientes? Doar sangue, além de ser um ato solidário que salva muitas vidas, é rápido, fácil e sem riscos para o benfeitor. E ao contrário do que muita gente imagina, é possível, sim, fazer doação de sangue com segurança.
Em linhas gerais, podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50 quilos. Clique aqui para acessar a página da Fundação Pró-Sangue que traz informações detalhadas de quem pode doar, como doar e quais os impedimentos. Na dúvida se você pode ou não doar, converse antes com seu médico.
Uma doação dura no máximo 30 minutos e é praticamente indolor. Há quem relate sentir um ligeiro mal-estar, geralmente causado pela queda na pressão arterial. É por isso que não se deve doar sangue em jejum.
No dia anterior à doação, alimente-se e hidrate-se bem, mas não ingira bebidas alcoólicas. Se você for doar sangue pela manhã, alimente-se com leite de soja ou desnatado, suco, frutas (evite abacate, açaí e jaca), café ou chá e pão com geleia. Evite ingerir leite integral e seus derivados (manteiga, queijo e iogurte, por exemplo) e alimentos gordurosos até 4 horas antes da doação.
Para quem for doar sangue no período da tarde, a recomendação é tomar o café da manhã normalmente e realizar o procedimento 2 horas após o almoço, que deve ser leve, podendo conter carnes grelhadas, saladas, arroz e feijão, por exemplo. Evite consumir frituras, ovos, massas, maionese, sorvete, chocolate e outros alimentos gordurosos.
Antes da doação, é aconselhável tomar 2 copos de água. Nas 12 horas seguintes ao procedimento, beba grande quantidade de líquidos, mas evite ingerir bebidas alcoólicas.
Homenagens – O Dia Mundial do Doador de Sangue é comemorado anualmente, desde 2014, em 14 de junho. Criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a data tem como objetivo homenagear a todos os doadores de sangue e conscientizar os não-doadores sobre a importância do ato, que é responsável por salvar milhares de vida.
O dia escolhido é uma homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner (14 de junho de 1868 – 26 de junho de 1943), um imunologista austríaco que descobriu o fator Rh e várias diferenças entre os diversos tipos sanguíneos.
No Brasil, existe também o Dia Nacional do Doador de Sangue, que se comemora em 25 de novembro. A data foi criada no ano de 1964, por meio de um decreto presidencial, para marcar a fundação do primeiro centro de doadores voluntários de sangue no país.
Na região central de SP, você pode doar sangue no Hemocentro da Santa Casa de São Paulo (Rua Marquês de Itu, 579 – Santa Cecília) e no Banco de Sangue de São Paulo (Rua Tomás Carvalhal, 711 – Paraíso).
DATA COMEMORATIVA – 10 de novembro é o dia nacional do trigo 🌾
Presente há cerca de 10 mil anos na história da humanidade, o trigo é uma gramínea do gênero Triticum e está entre as plantas mais cultivadas em todo o mundo. Existem – segundo a Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) – cerca de 30 tipos de trigo, geneticamente diferenciados, dos quais metade é cultivada; o restante cresce de forma silvestre.
Contendo carboidratos, proteínas, gorduras, fibras, cálcio, ferro e ácido fólico, o trigo é considerado uma das principais fontes de calorias para o nosso organismo e seu consumo traz diversos benefícios para a saúde.
Além de ajudar a reduzir os riscos de doenças coronarianas e a controlar os níveis de colesterol, ele mantém a flora intestinal saudável e estimula a produção de serotonina, substância que melhora o nosso humor.
Um pouco de história – Antigamente os grãos de trigo eram consumidos numa espécie de papa, misturados com peixes e frutas. A “invenção” do pão é atribuída aos egípcios que, por volta de 4000 antes de Cristo, descobriram o processo de fermentação do trigo.
Além de servirem de alimento, os pães e biscoitos feitos de trigo também eram oferecidos aos deuses ou usados em rituais. Da Mesopotâmia, o trigo se espalhou para outras regiões e hoje – de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) – é o segundo alimento mais consumido em todo o mundo.
No Brasil, o trigo chegou apenas em 1534, trazido por Martim Afonso de Souza, que desembarcou na então capitania de São Vicente. De lá, as plantações se expandiram principalmente para o Rio Grande do Sul e o Paraná, que se tornou o maior estado produtor de trigo. Estima-se que hoje o Brasil produza cerca de 6 milhões de toneladas de trigo, importando mais 4 milhões de toneladas.








