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CULINÁRIA – Saiba por que o grão-de-bico é considerado o “grão da felicidade”

Você possivelmente já ouviu alguém se referir ao grão-de-bico como “grão da felicidade”, mas sabe qual o motivo dessa associação? 

Um deles é o fato de essa leguminosa originária da Ásia ser repleta de triptofano, aminoácido essencial para a produção da serotonina, aquela famosa substância que garante a sensação de bem-estar.

Existem, inclusive, diversos estudos que afirmam que o grão-de-bico possui o mesmo efeito que o chocolate na produção de serotonina, com a vantagem de estar livre das gorduras e dos carboidratos do mesmo.

Além disso, o grão-de-bico apresenta uma boa biodisponibilidade, assegurando a oxigenação no cérebro. Há também a síntese de mielina, um isolante elétrico que permite condução mais eficiente dos impulsos nervosos, o que pode melhorar o raciocínio, a disposição física e também o humor.

Rico em fibras, minerais e vitaminas, o grão-de-bico pode ser um excelente substituto do feijão, ajudando na composição de uma dieta saudável e de baixo custo. Além disso, é uma excelente opção para veganos ou vegetarianos, pois substitui o consumo de proteínas animais sem provocar deficiência do nutriente no organismo.

DATA COMEMORATIVA – 18 de julho é o dia do caviar. Você sabe o que é? 😉

“Você sabe o que é caviar? Nunca vi, nem comi. Eu só ouço falar.” É assim que começa a música de Zeca Pagodinho sobre esse alimento que é considerado um ingrediente de luxo na alta gastronomia e tem uma data só dele: 18 de julho.

Se você também não conhece, leia algumas curiosidades sobre ele:

1- O termo caviar deriva do persa antigo (“khavyar”) e se refere tanto ao peixe esturjão (que habita principalmente as águas frias do Mar Cáspio e do Mar Negro) quanto às suas ovas. 

2- “Todo caviar é ova, mas nem toda ova é caviar.” Isso porque o termo caviar refere-se exclusivamente às ovas de esturjão. Ou seja, apesar de apreciadas na culinária de diversos países, as ovas de outros peixes, como salmão, truta e tainha (como acontece aqui no Brasil) – não podem ser classificadas como caviar.

3- Hoje utilizado em diversos pratos sofisticados, o caviar já foi um dia um alimento popular e, inclusive, usado para alimentar animais. No século 19, especialmente em regiões onde o esturjão era abundante, os pescadores usavam o caviar como ração para porcos.

4- Embora o caviar não tenha “nascido” na Rússia, o país desempenhou um papel crucial em sua história e popularidade como iguaria. Atualmente os maiores produtores de caviar do mundo são China, Rússia, Irã, França e Itália.

5- Existem mais de 25 espécies de caviar no mundo, mas as mais desejadas são Almas, Beluga, Oscietra e Sévruga.

6- O caviar mais caro do mundo é o Almas, que em russo significa diamante. Oriundo da região hoje conhecida como Crimeia, no sul da Ucrânia, ele é vendido por cerca de 35 mil dólares o quilo.

7- O verdadeiro caviar tem sabor delicadamente salgado (que remete ao mar) e não possui conservantes. Algumas variedades podem ter notas mais suaves e cremosas, enquanto outras são mais intensas.

8- O tamanho das ovas do caviar varia de acordo com a espécie de esturjão de onde são provenientes. Ou seja, algumas são pequenas e delicadas, outras são mais robustas. Já a cor pode variar de preto intenso a dourado brilhante.

9- Ao ser consumido, o caviar estoura na boca, com suavidade. Essa “explosão” faz parte da experiência sensorial de se provar o caviar.

10- Do ponto de vista nutricional, o caviar contém uma variedade de vitaminas e minerais importantes, incluindo vitaminas A, B2, B12, D e E, além de ácidos graxos ômega-3, ferro, magnésio, cálcio e selênio. Também é boa fonte de proteínas.

Ficou com vontade de experimentar? Então antes de fazer suas compras nos melhores empórios do Centro de SP confira aqui a sugestão de uma receita bem fácil de fazer e que fica uma delícia! 😋

#SABIAQUE – 🥐 Apesar do nome francês, croissant tem origem ligada à invasão turca

Em francês, “croissant” significa crescente, uma referência ao seu formato, que lembra uma lua em quarto crescente. Os especialistas dizem que um bom croissant deve ter uma crosta crocante, com as pontas descoladas do meio, e uma bela cor dourada. Já o miolo deve ser mais claro e aerado, como o da foto.

Uma curiosidade sobre essa iguaria é que, apesar do nome francês, sua origem está relacionada com a invasão turca na Europa, na região da atual Áustria e Hungria.

Segundo o Guia dos Curiosos, existem duas histórias para a criação do “kipfel”, que é considerado o “pai” do croissant: uma delas diz que ele foi inventado em Budapeste (Hungria) em 1686 e a outra sugere que tenha sido em Viena em 1683. “De acordo com a última, a Imperatriz Eleonore, esposa de Leopoldo I, encomendou o pãozinho para comemorar a derrota dos turcos – e por isso ele até hoje possui aquele formato de lua crescente, símbolo turco.”

Quase um século depois, o “kipfel” teria sido levado para Paris por Maria Antonieta, filha da Imperatriz da Áustria e futura esposa de Luís XVI. E foi na capital francesa que o tal pãozinho – que originalmente tinha massa mais densa – teve sua receita aperfeiçoada, tornando-se mais leve e folhado e sendo rebatizado de croissant. 

Se você também é fã dessa delícia, que tal aproveitar que 14 de julho* é uma das datas mais emblemáticas do calendário francês para preparar uma deliciosa fornada em casa? Clique aqui e confira a lista de ingredientes e o modo de preparo de uma deliciosa receita.


* 14 de julho é o dia da Festa Nacional Francesa (também conhecida como o Dia da Queda da Bastilha ou Le Quatorze Juillet). A data celebra o marco histórico de 1789 que deu início à Revolução Francesa, simbolizando o fim do absolutismo.



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